(Sem ordem específica - Só entre os que vi jogar)
Gheorge Hagi
Didier Drogba
Dennis Bergkamp
Gabriel Batistuta
Jurgen Klinsmann
Enzo Francescoli
Luis Hernandez
Carlos Gamarra
Zinedine Zidane
Guillermo Barros Schelotto
Fabrizio Ravanelli
Jorge Bermudez
Ryan Giggs
George Weah
Rogério Ceni
Juan Pablo Sorín
Ole Gunnar Solskjaer
Peter Cech
Michael Laudrup
Franco Baresi
Eric Wynalda
Paul Scholes
Frank De Boer
Gaizka Mendieta
Paolo Maldini
Juan Román Riquelme
Bixente Lizarazu
Edwin Van Der Sar
Thierry Henry
Cuahutemoc Blanco
Jens Jeremies
Lucas Leiva
Edmundo Souza
Jaap Stam
Edgar Davids
Andrés Iniesta
Ariel Ortega
Martin Palermo
Alessandro Del Piero
Didier Deschamps
Bastian Schweinsteinger
Nwankwo Kanu
Wayne Rooney
Roberto Ayala
Mauro Galvão
Gianfranco Zola
Matías Almeyda
Mark Viduka
Marcelo Salas
Steven Gerrard
Yaya Touré
Ronald De Boer
Lionel Messi
Arjen Robben
Jari Litmanen
Samuel Eto'o
Javier Zanetti
Raúl Gonzalez
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
sábado, 28 de dezembro de 2013
Meus 30 Times de Futebol Preferidos/My 30 Favorite Football Teams
Boca Juniors
Manchester United
Villarreal
River Plate
Borussia Dortmund
Ajax
Deportivo Alavés
Juventus
Atlético/PR
Colo-Colo
Chelsea
Club Brugge
Liverpool
Valencia
Nantes
Norwich
Toluca
Leeds United
Vélez Sarsfield
Necaxa
São Caetano
Lyon
Sunderland
Rapid Vienna
Coritiba
Olimpia
Celtic
Nacional (Uru)
Arsenal
Tottenham
Quais são os seus? (Pode ser só 10 haha)
Manchester United
Villarreal
River Plate
Borussia Dortmund
Ajax
Deportivo Alavés
Juventus
Atlético/PR
Colo-Colo
Chelsea
Club Brugge
Liverpool
Valencia
Nantes
Norwich
Toluca
Leeds United
Vélez Sarsfield
Necaxa
São Caetano
Lyon
Sunderland
Rapid Vienna
Coritiba
Olimpia
Celtic
Nacional (Uru)
Arsenal
Tottenham
Quais são os seus? (Pode ser só 10 haha)
domingo, 22 de dezembro de 2013
Melhores do Ano
Votem, por obséquio. Thanks!
Best Electronica:
Armin Van Buuren
Krewella
Depeche Mode
Daft Punk
Avicii
Deadmau 5
Steve Aoki
Best Female Solo Artist:
Ariana Grande
Bridgit Mendler
Kate Nash
Martina Stoessel
Bat For Lashes
Kerli
Carly Rae Jepsen
Best Male Solo Artist:
Serj Tankian
David Bowie
Armin Van Buuren
Tech N9ne
Eminem
Michael Bublé
Steve Aoki
Best Pop:
All Time Low
Paramore
Bridgit Mendler
Martina Stoessel
Carly Rae Jepsen
Ariana Grande
Kerli
A Rocket to the Moon
Best Rock:
Queens of the Stone Age
Serj Tankian
Ghost
Soundgarden
The Joy Formidable
My Bloody Valentine
Arctic Monkeys
Alice in Chains
Biffy Clyro
Best Alternative:
My Bloody Valentine
Arctic Monkeys
Twenty One Pilots
Nine Inch Nails
Bat For Lashes
Metric
Yeah Yeah Yeahs
Imagine Dragons
Arcade Fire
Best Song:
Travis Barker, Steve Aoki, & Kid Cudi – Cudi the Kid
Ghost – Monstrance Clock
Bridgit Mendler – 5:15
Yeah Yeah Yeahs – Sacrilege
Ariana Grande – The Way
The Joy Formidable – This Ladder is Ours
Paramore –Now
Armin Van Buuren and Miri Ben Ari – Intense
Daft Punk –Motherboard
Korn – Never Never
Watain – All That May Bleed
Best Metal:
Korn
Deftones
Motorhead
Ministry
Hanzel Und Gretyl
Mastodon
Watain
Best New Artist:
Sirah
Krewella
Ariana Grande
Martina Stoessel
Twenty One Pilots
Bridgit Mendler
A Rocket to the Moon
Steve Aoki
The Horrors
Best Album:
Paramore - Paramore
The Joy Formidable – Wolf’s Law
Ghost – Infetissumam
Metric – Synthetica
Queens of the Stone Age – Like Clockwork
Watain – The Wild Hunt
Ariana Grande – Yours Truly
Korn – Paradigm Shift
Kate Nash - Girltalk
Nine Inch Nails – Hesitation Marks
Daft Punk - Random Access Memories
Best Music Video:
Arcade Fire – Reflektor
David Bowie – Stars Are Out Tonight
Alice in Chains – Hollow
Soundgarden – I’ve Been Away Too Long
Korn – Love & Meth
Yeah Yeah Yeahs – Sacrilege
A Rocket to the Moon – Ever Enough
Travis Barker, Steve Aoki, & Kid Cudi – Cudi the Kid
Paramore – Still Into You
Bat For Lashes – All Your Gold
Best Electronica:
Armin Van Buuren
Krewella
Depeche Mode
Daft Punk
Avicii
Deadmau 5
Steve Aoki
Best Female Solo Artist:
Ariana Grande
Bridgit Mendler
Kate Nash
Martina Stoessel
Bat For Lashes
Kerli
Carly Rae Jepsen
Best Male Solo Artist:
Serj Tankian
David Bowie
Armin Van Buuren
Tech N9ne
Eminem
Michael Bublé
Steve Aoki
Best Pop:
All Time Low
Paramore
Bridgit Mendler
Martina Stoessel
Carly Rae Jepsen
Ariana Grande
Kerli
A Rocket to the Moon
Best Rock:
Queens of the Stone Age
Serj Tankian
Ghost
Soundgarden
The Joy Formidable
My Bloody Valentine
Arctic Monkeys
Alice in Chains
Biffy Clyro
Best Alternative:
My Bloody Valentine
Arctic Monkeys
Twenty One Pilots
Nine Inch Nails
Bat For Lashes
Metric
Yeah Yeah Yeahs
Imagine Dragons
Arcade Fire
Best Song:
Travis Barker, Steve Aoki, & Kid Cudi – Cudi the Kid
Ghost – Monstrance Clock
Bridgit Mendler – 5:15
Yeah Yeah Yeahs – Sacrilege
Ariana Grande – The Way
The Joy Formidable – This Ladder is Ours
Paramore –Now
Armin Van Buuren and Miri Ben Ari – Intense
Daft Punk –Motherboard
Korn – Never Never
Watain – All That May Bleed
Best Metal:
Korn
Deftones
Motorhead
Ministry
Hanzel Und Gretyl
Mastodon
Watain
Best New Artist:
Sirah
Krewella
Ariana Grande
Martina Stoessel
Twenty One Pilots
Bridgit Mendler
A Rocket to the Moon
Steve Aoki
The Horrors
Best Album:
Paramore - Paramore
The Joy Formidable – Wolf’s Law
Ghost – Infetissumam
Metric – Synthetica
Queens of the Stone Age – Like Clockwork
Watain – The Wild Hunt
Ariana Grande – Yours Truly
Korn – Paradigm Shift
Kate Nash - Girltalk
Nine Inch Nails – Hesitation Marks
Daft Punk - Random Access Memories
Best Music Video:
Arcade Fire – Reflektor
David Bowie – Stars Are Out Tonight
Alice in Chains – Hollow
Soundgarden – I’ve Been Away Too Long
Korn – Love & Meth
Yeah Yeah Yeahs – Sacrilege
A Rocket to the Moon – Ever Enough
Travis Barker, Steve Aoki, & Kid Cudi – Cudi the Kid
Paramore – Still Into You
Bat For Lashes – All Your Gold
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Divagações Parte 1 - Morte
Eu já fui alguém, concreto, identificável, visível. Eu tinha uma vida, eu brindava e festejava com meus aliados no meu covil, no meu berço, no meu lar. Mas subitamente, os tetos desmoronaram sobre a minha cabeça, todo o mundo que eu conhecia se despedaçou diante dos meus olhos, e toda a vida que eu tinha se esvaiu pelo ralo, sumindo para sempre. Os aliados? Se revelaram no fim muito mais inimigos do que aliados....Me abandonaram, e eu os abandonei também. O que restava de mim abandonou as ruínas do que um dia havia sido um lar, e caminhou trôpego para o único refúgio disponível, tendo em mente construir uma nova vida, para substituir aquela que havia se esvaído tão rapidamente.
Eu tive condições e tempo de aos poucos juntar as cinzas e fazer um vôo da Fênix, não seria o primeiro, mas seria sem dúvidas o mais complicado de todos. Eu obtive sucesso, até certo ponto. Logo aquele refúgio se mostrou ser um ambiente hostil, repleto de armadilhas, mais uma vez eu contemplei estupefato as máscaras caindo uma a uma, era um estranho Deja-Vu. Mais uma vez eu estava preso, mais uma vez eu estava sendo traído e atacado pelos inimigos de sempre, se manifestando em outros seres. Mais uma vez eu havia sido vítima de mim mesmo, da minha boa fé. Claramente eu não poderia construir nada ali, não havia nada pra mim ali. Mas eu havia me recomposto o suficiente, eu era, mais do que nunca, um fantasma, invisível, abstrato, indefinido. Eu havia partido, mas eu me sentia melhor, havia alguma liberdade nisto, eu estava morto, portanto não havia mais dor.
Então eu apenas fiz o que já estava tão habituado a fazer: Eu aguardei, e vaguei, em meio aos vivos, enquanto aguardava.
Eu não sabia o que estava aguardando, mas o que eu aguardava chegou. Eu não tenho a pretensão de tentar entender o que houve, mas VIDA foi injetada em mim, um tipo de vida que eu jamais havia experimentado antes, que eu sequer sabia que existia.
Essa injeção....Permitiu que algo novo fosse forjado, que o vôo da Fênix fosse completado. Um protótipo de identidade nasceu, e eu pude olhar no espelho e ver alguém ali novamente, eu vislumbrei alicerces do que poderiam ser enfim a oportunidade de construir uma nova vida. Eu já não sentia mais falta alguma da antiga, fragmentos dispersos ainda assombravam meus sonhos quando eu me via obrigado a dormir, mas não havia mais trauma, eu estava curado. Mas eu fui tolo novamente. Eu sonhei, sonhei com o mundo dos vivos, sonhei em ter uma vida, o quão tolo é isto, partindo de um fantasma? E o quão chocante não foi, ao não ter mais aquelas singulares doses de "Vida" injetadas, ver que elas eram temporárias, e que agora a morte retornaria?
O processo foi estranho, eu explodi como uma Supernova, e com essa grande explosão, eu despertei, e quando despertei, não havia mais imagem alguma no espelho, os alicerces haviam desaparecido, e não havia ninguém para amparar a queda, eu estava só, exceto pela tríade de sempre, aqueles que sempre habitaram algum lugar nos confins da minha alma, e agora zombavam do meu fracasso, da minha queda, que parecia ser definitiva desta vez. Só restava uma coisa a fazer. Destruir o protótipo. Ele havia se tornado um câncer, nada mais iria florescer ali. Então eu o matei. E quando o fiz, pela primeira vez em um incontável espaço de tempo, havia silêncio. Havia lucidez total, quietude. A adrenalina cessou. As vozes enfim cessaram. A explosão havia devastado tudo, e desta vez não haviam mais nem sequer cinzas para me recompor. Não havia mais o que recompor. E afinal, porquê eu deveria recompor o retrato do fracasso? A explosão queimou cada página do código que me guiava, e só então eu pude me lembrar....
Eu mesmo havia confeccionado este código, há tanto tempo, e eu havia me tornado escravo do código que eu mesmo criei, ele vinha definindo este tempo todo o que eu desejava ser....Mas não o que eu era.
Então tudo ficou claro, tudo havia sido destruído, então nada mais me impedia de ver. Eu fracassava porquê estava sendo alguém que eu não era, eu não lembrava mais quem eu realmente era. Aquilo havia sido uma tentativa de criar compatibilidade com algo que eu jamais fui compatível. O Fracasso desta tentativa me fez ver a lógica, tal natureza não pode ser modificada. Ela deve ser abraçada.
Então este era EU realmente. Após tantas eras, eu estava reunido com a minha verdadeira natureza novamente. O frio, o vazio, o silêncio, a impassividade, um fantasma.
Agora tudo parecia familiar, meu provável destino voltou a ser familar, e foi dele que eu fugi ao me esconder de mim mesmo, naquele passado agora tão distante. Tal destino me apavorava a ponto de eu não saber como lidar com ele. Mas agora....Agora não parece assustador, sequer tão difícil assim.
Mas há uma última coisa a ser feita antes. Agora só há uma voz, e ela mostra um mapa, uma última cartada, uma última oportunidade de ter aquilo que eu vaguei buscando...Uma nova vida. Estar, de alguma maneira, vivo novamente. Neste mapa há tarefas, tarefas que se encaixam perfeitamente nas minhas aptidões, eu vejo onde posso ser útil, e mais importante, eu quero ser útil desta forma. Se eu puder fazer isto, eu terei um propósito novamente, uma razão para estar vivo, e então, eu estarei. Eu vejo claramente que tenho todo o direito de tentar, esta "Tentativa Número Último", mas que não tenho direito assegurado a nada além de tentar. Isto é só o que depende de mim: Tentar. O restante, fica a cargo do que chamam de "Destino".
E se minha última cartada, meu último suspiro falhar, será a última vez que terão ouvido falar de mim, seja lá quem eu for. Será minha última manifestação no seu mundo, porquê eu já estou ficando invisível demais de novo, e já estou pronto pro silêncio total caso minha tentativa final falhe. Se for mesmo este meu "Destino", já estou mais do que pronto para retornar definitivamente a minha essência original, fantasmagórica, indefinida, e mercenária. E tendo como destino final o de um fantasma, minhas tentativas de viver novamente consequentemente cessarão, uma vez que não se pode beber água de uma garrafa totalmente vazia.
E com isso eu vejo um outro tipo de liberdade, eu posso ver a morte novamente, o conforto que há em estar morto, e se ela tentar me abraçar novamente, eu não a afastarei como sempre fiz. Não este tipo de morte, não a libertadora morte da minha alma....O vazio, o silêncio, o nada.
Eu vou aguardar. Como sempre. Eu vou tentar. Como sempre. Mas se meu destino for este....Eu finalmente estou pronto, para retornar ao vazio total, para mergulhar no nada, para cruzar o rio de Hades, eu não estarei sozinho desta vez, a Morte estará abraçada comigo.
E agora, quando olho no espelho eu vejo quem eu sou: Não vejo nada, pois sou um fantasma, silêncio total, pois não tenho mais correntes para arrastar quando ando, apenas silêncio, não os ouço mais tagarelando, não ouço mais os passos nos corredores das fábricas, tudo sumiu com a explosão. Quem sou eu? Ninguém. Eu parti para sempre....E me sinto muito melhor.
Eu tive condições e tempo de aos poucos juntar as cinzas e fazer um vôo da Fênix, não seria o primeiro, mas seria sem dúvidas o mais complicado de todos. Eu obtive sucesso, até certo ponto. Logo aquele refúgio se mostrou ser um ambiente hostil, repleto de armadilhas, mais uma vez eu contemplei estupefato as máscaras caindo uma a uma, era um estranho Deja-Vu. Mais uma vez eu estava preso, mais uma vez eu estava sendo traído e atacado pelos inimigos de sempre, se manifestando em outros seres. Mais uma vez eu havia sido vítima de mim mesmo, da minha boa fé. Claramente eu não poderia construir nada ali, não havia nada pra mim ali. Mas eu havia me recomposto o suficiente, eu era, mais do que nunca, um fantasma, invisível, abstrato, indefinido. Eu havia partido, mas eu me sentia melhor, havia alguma liberdade nisto, eu estava morto, portanto não havia mais dor.
Então eu apenas fiz o que já estava tão habituado a fazer: Eu aguardei, e vaguei, em meio aos vivos, enquanto aguardava.
Eu não sabia o que estava aguardando, mas o que eu aguardava chegou. Eu não tenho a pretensão de tentar entender o que houve, mas VIDA foi injetada em mim, um tipo de vida que eu jamais havia experimentado antes, que eu sequer sabia que existia.
Essa injeção....Permitiu que algo novo fosse forjado, que o vôo da Fênix fosse completado. Um protótipo de identidade nasceu, e eu pude olhar no espelho e ver alguém ali novamente, eu vislumbrei alicerces do que poderiam ser enfim a oportunidade de construir uma nova vida. Eu já não sentia mais falta alguma da antiga, fragmentos dispersos ainda assombravam meus sonhos quando eu me via obrigado a dormir, mas não havia mais trauma, eu estava curado. Mas eu fui tolo novamente. Eu sonhei, sonhei com o mundo dos vivos, sonhei em ter uma vida, o quão tolo é isto, partindo de um fantasma? E o quão chocante não foi, ao não ter mais aquelas singulares doses de "Vida" injetadas, ver que elas eram temporárias, e que agora a morte retornaria?
O processo foi estranho, eu explodi como uma Supernova, e com essa grande explosão, eu despertei, e quando despertei, não havia mais imagem alguma no espelho, os alicerces haviam desaparecido, e não havia ninguém para amparar a queda, eu estava só, exceto pela tríade de sempre, aqueles que sempre habitaram algum lugar nos confins da minha alma, e agora zombavam do meu fracasso, da minha queda, que parecia ser definitiva desta vez. Só restava uma coisa a fazer. Destruir o protótipo. Ele havia se tornado um câncer, nada mais iria florescer ali. Então eu o matei. E quando o fiz, pela primeira vez em um incontável espaço de tempo, havia silêncio. Havia lucidez total, quietude. A adrenalina cessou. As vozes enfim cessaram. A explosão havia devastado tudo, e desta vez não haviam mais nem sequer cinzas para me recompor. Não havia mais o que recompor. E afinal, porquê eu deveria recompor o retrato do fracasso? A explosão queimou cada página do código que me guiava, e só então eu pude me lembrar....
Eu mesmo havia confeccionado este código, há tanto tempo, e eu havia me tornado escravo do código que eu mesmo criei, ele vinha definindo este tempo todo o que eu desejava ser....Mas não o que eu era.
Então tudo ficou claro, tudo havia sido destruído, então nada mais me impedia de ver. Eu fracassava porquê estava sendo alguém que eu não era, eu não lembrava mais quem eu realmente era. Aquilo havia sido uma tentativa de criar compatibilidade com algo que eu jamais fui compatível. O Fracasso desta tentativa me fez ver a lógica, tal natureza não pode ser modificada. Ela deve ser abraçada.
Então este era EU realmente. Após tantas eras, eu estava reunido com a minha verdadeira natureza novamente. O frio, o vazio, o silêncio, a impassividade, um fantasma.
Agora tudo parecia familiar, meu provável destino voltou a ser familar, e foi dele que eu fugi ao me esconder de mim mesmo, naquele passado agora tão distante. Tal destino me apavorava a ponto de eu não saber como lidar com ele. Mas agora....Agora não parece assustador, sequer tão difícil assim.
Mas há uma última coisa a ser feita antes. Agora só há uma voz, e ela mostra um mapa, uma última cartada, uma última oportunidade de ter aquilo que eu vaguei buscando...Uma nova vida. Estar, de alguma maneira, vivo novamente. Neste mapa há tarefas, tarefas que se encaixam perfeitamente nas minhas aptidões, eu vejo onde posso ser útil, e mais importante, eu quero ser útil desta forma. Se eu puder fazer isto, eu terei um propósito novamente, uma razão para estar vivo, e então, eu estarei. Eu vejo claramente que tenho todo o direito de tentar, esta "Tentativa Número Último", mas que não tenho direito assegurado a nada além de tentar. Isto é só o que depende de mim: Tentar. O restante, fica a cargo do que chamam de "Destino".
E se minha última cartada, meu último suspiro falhar, será a última vez que terão ouvido falar de mim, seja lá quem eu for. Será minha última manifestação no seu mundo, porquê eu já estou ficando invisível demais de novo, e já estou pronto pro silêncio total caso minha tentativa final falhe. Se for mesmo este meu "Destino", já estou mais do que pronto para retornar definitivamente a minha essência original, fantasmagórica, indefinida, e mercenária. E tendo como destino final o de um fantasma, minhas tentativas de viver novamente consequentemente cessarão, uma vez que não se pode beber água de uma garrafa totalmente vazia.
E com isso eu vejo um outro tipo de liberdade, eu posso ver a morte novamente, o conforto que há em estar morto, e se ela tentar me abraçar novamente, eu não a afastarei como sempre fiz. Não este tipo de morte, não a libertadora morte da minha alma....O vazio, o silêncio, o nada.
Eu vou aguardar. Como sempre. Eu vou tentar. Como sempre. Mas se meu destino for este....Eu finalmente estou pronto, para retornar ao vazio total, para mergulhar no nada, para cruzar o rio de Hades, eu não estarei sozinho desta vez, a Morte estará abraçada comigo.
E agora, quando olho no espelho eu vejo quem eu sou: Não vejo nada, pois sou um fantasma, silêncio total, pois não tenho mais correntes para arrastar quando ando, apenas silêncio, não os ouço mais tagarelando, não ouço mais os passos nos corredores das fábricas, tudo sumiu com a explosão. Quem sou eu? Ninguém. Eu parti para sempre....E me sinto muito melhor.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Copa Sul-Americana: Em Xeque
Houve um tempo em que a distância entre o futebol europeu e o sul-americano não era tão grande, especialmente em termos de estrutura e organização. Um tempo já muito distante no passado, onde os europeus temiam os sul-americanos, em termos de clubes até. Mas a medida que o futebol foi evoluindo, e tudo foi mudando, seja pro bem ou pro mal, os europeus foram se adaptando as mudanças, foram muitas vezes encabeçando as mudanças, e sempre se adaptando em organização e estrutura, mas os sul-americanos por outro lado, passaram décadas e décadas "Comendo Mosca" e quando tentaram acompanhar os passos dos padrões aí já bem definidos pelos europeus, jamais tiveram competência para fazê-lo. E isto fica bem claro no assunto, vergonhoso para o futebol do nosso continente, que quero abordar aqui.
A América do Sul, devido a sua grandeza e importância no futebol, não pode ter somente uma competição continental, portanto não poderia se contentar somente com a Libertadores, teria que ter uma segunda competição continental para atender a demanda de um continente, no futebol, gigante (Sem contar Recopas e Supercopas que são algo a parte), assim como a Europa tinha além da Copa dos Campeões (Atual Liga dos Campeões), a Copa UEFA (Atual Liga Europa), até as mudanças nos nomes das competições foram progresso, com a criação de logomarcas, hino oficial, etc, se adaptando ao futebol moderno. Mas e quanto a América do Sul? Qual é a nossa segunda competição?
Bom, aí entra a diferença entre a competência e organização européia, decorrentes do fato de terem a melhor e mais eficiente confederação do mundo, a UEFA, enquanto nós temos uma das piores e mais corruptas, se não for a PIOR e MAIS corrupta de todas, a Conmebol. Ou seja, quando se deram conta de que precisávamos de uma segunda competição continental, além de demorarem séculos para se darem conta disto, ainda por cima nem sabiam como organizar algo além da Libertadores, que eles também mal conseguem organizar e praticamente se sustenta por si só, pela tradição. Aí começaram as competições fracassadas, que se apagavam mais rápido que uma paixão adolescente.
Nem sei se houveram outras antes, mas quando eu conheci o esporte, em meados de 1994, haviam duas competições além da Libertadores: A Supercopa da Libertadores e a Copa Conmebol, relativamente recentes na época até, uma criada em 1988 e a outra em 1992, respectivamente. Ambas acabaram extintas de forma melancólica, sem mais interesse algum das torcidas e tampouco dos times, que no caso da Copa Conmebol, sequer aceitavam mais participar, uma se extinguiu em 1997, e a outra em 1999, também respectivamente. Ou seja, nenhuma das duas chegou sequer a 10 anos de duração! Aí a Conmebol investiu pesado em uma nova competição, a Copa Mercosul, com times apenas do dito bloco econômico, o que deixou de fora praticamente metade do continente, isso foi "Resolvido" com a criação de OUTRA competição, a Copa Merconorte, para atender e abrigar os países "Excluídos" da Copa Mercosul. O nível técnico da Copa Mercosul era quase sempre ridículo, despertava interesse apenas pela premiação alta (Pros padrões da Conmebol), e portanto só era levada a sério por times em crise financeira, como ficou bem ilustrado na última final da competição, entre San Lorenzo x Flamengo, na qual os dois times pareciam estar jogando uma final de Libertadores ou de Mundial, mas estavam na verdade jogando pelo prato de comida, afinal, em séria crise financeira e estrutural, ambos os clubes não pagavam salários há meses.
Se a Copa Mercosul já era assim, imagine como era o nível da Copa Merconorte, que, assim como a Mercosul, durou apenas 4 anos (De 1998 a 2001), e finalmente, após mais estes fracassos, a partir de 2002, finalmente chegamos á Copa Sul-Americana que vemos hoje, mas que, pelo andar da carruagem, logo logo seguirá o mesmo rumo de todas as suas antecessoras já aqui citadas, o processo de decadência da Copa Sul-Americana já se iniciou, um processo de extinção bem similar a todas as outras, especialmente a Copa Conmebol.
O interesse na Copa Sul-Americana jamais foi grande, os times brasileiros, que já haviam boicotado a Copa Mercosul, sequer participaram da primeira edição, e em raras ocasiões até hoje demonstraram algum interesse em disputá-la a sério, o mesmo começou a ocorrer com equipes da Argentina, do Chile, e diante de tanta esnobada, a Conmebol tentou tornar a Sul-Americana mais atraente concedendo ao campeão uma vaga na Libertadores do ano seguinte. Só isto ainda a mantém minimamente viva, mas ainda assim, claramente respirando por aparelhos, pois poucos ainda querem disputá-la, as federações também já perderam o pouco interesse que tinham, e veja só em que pé está a coisa na edição deste ano: ao invés de Olimpia, Boca Juniors, Grêmio, Corinthians, Nacional, etc, temos brigando pelo título equipes medianas tecnicamente e com pouca ou nenhuma tradição internacional, como Deportivo Pasto, Coritiba, Ponte Preta, Liga de Loja, Itaguí, e se olhar a fase anterior então, a coisa extrapolou com equipes como EL TANQUE SISLEY e INDEPENDIENTE TERÁN.
As poucas equipes realmente importantes e tradicionais internacionalmente que disputam a edição deste ano o fazem devido ao seu baixo nível técnico atual, são equipes em má fase ou até mesmo em franca decadência nos seus próprios países, como Peñarol, Universidad de Chile, Atlético Nacional de Medellin, River Plate, São Paulo, etc. Exceções feitas a Vélez Sarsfield, Libertad, e Universidad Católica apenas, creio eu. E não há mais nem os ilustres convidados da CONCACAF, no caso do México e dos EUA (Pois é, times da América do Norte jogando a Copa SUL-AMERICANA, o tipo de coisa que só a CONMEBOL mesmo é capaz de fazer)
Isso me lembra muito o início do fim de todas as outras competições fracassadas organizadas pela Conmebol na tentativa de ter um equivalente á Copa UEFA/Liga Europa, lembra especialmente o início do fim da Copa Conmebol, e se algo não mudar logo, o que dificilmente ocorrerá, não demora muito a Copa Sul-Americana vai pro saco também, e aí fica a pergunta: O que virá a seguir? Qual será e como será a próxima tentativa de algo que em tese deveria ser simples, básico, mas que nossa condeferação é incapaz de fazer? Ou será que irão desistir desta vez, o que seria ainda mais vergonhoso?
E fica um exemplo claro de porquê há um abismo cada vez maior entre o futebol europeu e o sul-americano, mesmo que tecnicamente o futebol sul-americano sempre tenha sido dominante, ou ao menos, igual ao europeu.
A América do Sul, devido a sua grandeza e importância no futebol, não pode ter somente uma competição continental, portanto não poderia se contentar somente com a Libertadores, teria que ter uma segunda competição continental para atender a demanda de um continente, no futebol, gigante (Sem contar Recopas e Supercopas que são algo a parte), assim como a Europa tinha além da Copa dos Campeões (Atual Liga dos Campeões), a Copa UEFA (Atual Liga Europa), até as mudanças nos nomes das competições foram progresso, com a criação de logomarcas, hino oficial, etc, se adaptando ao futebol moderno. Mas e quanto a América do Sul? Qual é a nossa segunda competição?
Bom, aí entra a diferença entre a competência e organização européia, decorrentes do fato de terem a melhor e mais eficiente confederação do mundo, a UEFA, enquanto nós temos uma das piores e mais corruptas, se não for a PIOR e MAIS corrupta de todas, a Conmebol. Ou seja, quando se deram conta de que precisávamos de uma segunda competição continental, além de demorarem séculos para se darem conta disto, ainda por cima nem sabiam como organizar algo além da Libertadores, que eles também mal conseguem organizar e praticamente se sustenta por si só, pela tradição. Aí começaram as competições fracassadas, que se apagavam mais rápido que uma paixão adolescente.
Nem sei se houveram outras antes, mas quando eu conheci o esporte, em meados de 1994, haviam duas competições além da Libertadores: A Supercopa da Libertadores e a Copa Conmebol, relativamente recentes na época até, uma criada em 1988 e a outra em 1992, respectivamente. Ambas acabaram extintas de forma melancólica, sem mais interesse algum das torcidas e tampouco dos times, que no caso da Copa Conmebol, sequer aceitavam mais participar, uma se extinguiu em 1997, e a outra em 1999, também respectivamente. Ou seja, nenhuma das duas chegou sequer a 10 anos de duração! Aí a Conmebol investiu pesado em uma nova competição, a Copa Mercosul, com times apenas do dito bloco econômico, o que deixou de fora praticamente metade do continente, isso foi "Resolvido" com a criação de OUTRA competição, a Copa Merconorte, para atender e abrigar os países "Excluídos" da Copa Mercosul. O nível técnico da Copa Mercosul era quase sempre ridículo, despertava interesse apenas pela premiação alta (Pros padrões da Conmebol), e portanto só era levada a sério por times em crise financeira, como ficou bem ilustrado na última final da competição, entre San Lorenzo x Flamengo, na qual os dois times pareciam estar jogando uma final de Libertadores ou de Mundial, mas estavam na verdade jogando pelo prato de comida, afinal, em séria crise financeira e estrutural, ambos os clubes não pagavam salários há meses.
Se a Copa Mercosul já era assim, imagine como era o nível da Copa Merconorte, que, assim como a Mercosul, durou apenas 4 anos (De 1998 a 2001), e finalmente, após mais estes fracassos, a partir de 2002, finalmente chegamos á Copa Sul-Americana que vemos hoje, mas que, pelo andar da carruagem, logo logo seguirá o mesmo rumo de todas as suas antecessoras já aqui citadas, o processo de decadência da Copa Sul-Americana já se iniciou, um processo de extinção bem similar a todas as outras, especialmente a Copa Conmebol.
O interesse na Copa Sul-Americana jamais foi grande, os times brasileiros, que já haviam boicotado a Copa Mercosul, sequer participaram da primeira edição, e em raras ocasiões até hoje demonstraram algum interesse em disputá-la a sério, o mesmo começou a ocorrer com equipes da Argentina, do Chile, e diante de tanta esnobada, a Conmebol tentou tornar a Sul-Americana mais atraente concedendo ao campeão uma vaga na Libertadores do ano seguinte. Só isto ainda a mantém minimamente viva, mas ainda assim, claramente respirando por aparelhos, pois poucos ainda querem disputá-la, as federações também já perderam o pouco interesse que tinham, e veja só em que pé está a coisa na edição deste ano: ao invés de Olimpia, Boca Juniors, Grêmio, Corinthians, Nacional, etc, temos brigando pelo título equipes medianas tecnicamente e com pouca ou nenhuma tradição internacional, como Deportivo Pasto, Coritiba, Ponte Preta, Liga de Loja, Itaguí, e se olhar a fase anterior então, a coisa extrapolou com equipes como EL TANQUE SISLEY e INDEPENDIENTE TERÁN.
As poucas equipes realmente importantes e tradicionais internacionalmente que disputam a edição deste ano o fazem devido ao seu baixo nível técnico atual, são equipes em má fase ou até mesmo em franca decadência nos seus próprios países, como Peñarol, Universidad de Chile, Atlético Nacional de Medellin, River Plate, São Paulo, etc. Exceções feitas a Vélez Sarsfield, Libertad, e Universidad Católica apenas, creio eu. E não há mais nem os ilustres convidados da CONCACAF, no caso do México e dos EUA (Pois é, times da América do Norte jogando a Copa SUL-AMERICANA, o tipo de coisa que só a CONMEBOL mesmo é capaz de fazer)
Isso me lembra muito o início do fim de todas as outras competições fracassadas organizadas pela Conmebol na tentativa de ter um equivalente á Copa UEFA/Liga Europa, lembra especialmente o início do fim da Copa Conmebol, e se algo não mudar logo, o que dificilmente ocorrerá, não demora muito a Copa Sul-Americana vai pro saco também, e aí fica a pergunta: O que virá a seguir? Qual será e como será a próxima tentativa de algo que em tese deveria ser simples, básico, mas que nossa condeferação é incapaz de fazer? Ou será que irão desistir desta vez, o que seria ainda mais vergonhoso?
E fica um exemplo claro de porquê há um abismo cada vez maior entre o futebol europeu e o sul-americano, mesmo que tecnicamente o futebol sul-americano sempre tenha sido dominante, ou ao menos, igual ao europeu.
domingo, 11 de agosto de 2013
Coletânea de Trocadilhos Infames (Inspirados no Futebol)
PS: Cuidado para não doer a vista!
-O jogador com o melhor passe do mundo é o Allan Kardec
-O ex-jogador português Boa Morte foi um matador como poucos
-O Benfica, após acumular 4 vice-campeonatos seguidos na temporada passada, um logo após o outro, perdendo a liga nacional para o Porto após ter aberto larga vantagem, perdendo a Copa pro modesto Braga, depois perdendo a Taça da Liga para o ESTORIL, e ainda por cima perdendo a Liga Europa para o Chelsea, e NÃO SATISFEITO interrompendo uma série de 13 jogos sem vitórias do São Paulo, não pode mais ser Benfica, e sim MALFICA
-O jogador com melhor domínio de bola do mundo é o Juan Mata
-O defensor Danny Drinkwater, do Leicester, é o único jogador do mundo que nunca precisa se reidratar durante as partidas
-O lendário Luis Figo ficou conhecido entre outras coisas pelos seus passes açucarados que renderam muitos frutos aos times pelos quais atuou
-O Defensor, do Uruguay, é o time que menos sofre gols no mundo
-O Anzhi, da Rússia, perdeu todo seu poder de investimento e ainda vai desfazer o time com "Liquidação" de jogadores, ou seja, a coisa ficou russa pra eles
- É bom escalar o goleiro Pinto ao longo do jogo e não de início, pq ele costuma entrar muito bem
-A ótima campanha do Botafogo tende a esquentar o campeonato brasileiro
-Tb segundo pesquisas, o Arsenal é o time mais violento do mundo
-Com um elenco de estrelas, o LA Galaxy tem tudo pra faturar o título da MLS mais uma vez
-O goleador e voluntarioso Miroslav Klose está sempre por perto quando o time precisa dele
-O jogador com o melhor cruzamento da história é obviamente o Tony Kroos
-O jogador com o melhor passe do mundo é o Allan Kardec
-O ex-jogador português Boa Morte foi um matador como poucos
-O Benfica, após acumular 4 vice-campeonatos seguidos na temporada passada, um logo após o outro, perdendo a liga nacional para o Porto após ter aberto larga vantagem, perdendo a Copa pro modesto Braga, depois perdendo a Taça da Liga para o ESTORIL, e ainda por cima perdendo a Liga Europa para o Chelsea, e NÃO SATISFEITO interrompendo uma série de 13 jogos sem vitórias do São Paulo, não pode mais ser Benfica, e sim MALFICA
-O jogador com melhor domínio de bola do mundo é o Juan Mata
-O defensor Danny Drinkwater, do Leicester, é o único jogador do mundo que nunca precisa se reidratar durante as partidas
-O lendário Luis Figo ficou conhecido entre outras coisas pelos seus passes açucarados que renderam muitos frutos aos times pelos quais atuou
-O Defensor, do Uruguay, é o time que menos sofre gols no mundo
-O Anzhi, da Rússia, perdeu todo seu poder de investimento e ainda vai desfazer o time com "Liquidação" de jogadores, ou seja, a coisa ficou russa pra eles
- É bom escalar o goleiro Pinto ao longo do jogo e não de início, pq ele costuma entrar muito bem
-A ótima campanha do Botafogo tende a esquentar o campeonato brasileiro
-Tb segundo pesquisas, o Arsenal é o time mais violento do mundo
-Com um elenco de estrelas, o LA Galaxy tem tudo pra faturar o título da MLS mais uma vez
-O goleador e voluntarioso Miroslav Klose está sempre por perto quando o time precisa dele
-O jogador com o melhor cruzamento da história é obviamente o Tony Kroos
sábado, 13 de julho de 2013
Best Metal Albums Ever (In No Particular Order)
Death
– Scream Bloody Gore
Type O Negative – Bloody Kisses
Tool – Undertow
Black Sabbath – Black Sabbath
Iron Maiden – The Number of the Beast
Behemoth – Thelema.6
Judas Priest – British Steel
Megadeth – Peace Sells….But Who’s Buying?
Slayer – Reign in Blood
Venom – Black Metal
Dio – Holy Diver
Nevermore – Enemies of Reality
Celtic Frost – To Mega Therion
Mayhem –De Mysteriis Dom Sathanas
Nuclear Assault – Handle With Care
Motorhead – Ace of Spades
Helloween – Keeper of the Seven Keys (Part 2)
Sepultura – Chaos AD
Type O Negative – Bloody Kisses
Tool – Undertow
Black Sabbath – Black Sabbath
Iron Maiden – The Number of the Beast
Behemoth – Thelema.6
Judas Priest – British Steel
Megadeth – Peace Sells….But Who’s Buying?
Slayer – Reign in Blood
Venom – Black Metal
Dio – Holy Diver
Nevermore – Enemies of Reality
Celtic Frost – To Mega Therion
Mayhem –De Mysteriis Dom Sathanas
Nuclear Assault – Handle With Care
Motorhead – Ace of Spades
Helloween – Keeper of the Seven Keys (Part 2)
Sepultura – Chaos AD
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